Às vezes eu me esqueço de ouvi-las, mas a verdade é que não vivo sem música. Elas são uma terapia.
Ainda criança, testei alguns instrumentos por conta própria buscando afinidade. Eu queria flauta transversal, influenciado pelo Chorinho, mas o que tinha ao alcance era uma flauta doce. Não achei ágil e versátil o suficiente. Não que eu conseguisse executar algo direito, claro.
Na segunda aventura eu almejava uma guitarra, mas tinha à disposição um violão velho. Substituí as cordas de nylon por outras de aço e brinquei até ficar com a pele dos dedos mais grossas. Sem instrução obviamente não fiz grande coisa, mas as cordas também não foram amigáveis.
Um pouco mais velho, cheguei à conclusão de que as teclas poderiam ser a melhor opção. A nota delas está lá, prontinha. Comprei aquelas revistas banais de teclado e tocava coisas bizarras como "My Heart Will go On". No ápice eu executava "Yoru no Uta" após adaptar a partitura de piano para um teclado de cinco oitavas. Eu era uma taquara-rachada perto da Iwao Junko (Tomoyo em Sakura Cardcaptors), mas conseguia cantar acompanhando o som do piano.
Hoje parei de pensar que as teclas são mais fáceis que cordas ou sopros.
Conclusão: não tenho habilidade suficiente em nenhum desses instrumentos.
Meu objetivo sempre foi compor músicas para usar nos meus projetos. Um dia eu ainda gostaria de voltar a investir nessa área.



Eu sempre gostei mais do teclado, mas cheguei a ter aulas de piano quando eu era criança. Mas teclado tem mais variedade de sons e pode-se por acompanhamento junto, daí a razão da predileção pelo teclado.
ResponderExcluirJá toquei flauta doce nas aulas de músicas da época do ensino fundamental, e já toquei Indiana Jones na flauta, se bobear, ainda consigo tocá-la, hehehe
Sorte sua ter tido aulas devidamente. Deve ser bem melhor para analisar as próprias habilidades.
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ResponderExcluirMeu Deus, que povo artista...
ResponderExcluirEu só tive aulas de piano no pré, então não lembro nem das aulas, quanto mais de tocar...
Depois tive teclado, mas nunca aprendi tocar nada relevante...
No geral gosto de todos os instrumentos aí citados. Recentemente eu revi Nodame Cantabile e me deleitei com as maravilhas de uma orquestra... XD
Ah, mas só de ter estudado um dia já ajuda a ter uma noção de coisas importantes. Até pra cantar no karaokê deve ser útil. E falando nisso em 2014 vai encarar um microfone ae?
ExcluirNodame Cantabile coloca a música no nível que ela merece. Um ótimo animê, mas sabe que não vi a segunda temporada?
Uma vez minha mãe me ensinou a tocar shamisen e saiu alguma coisa com uns dias treinando... amooo ouvir música. Rock de preferência...
ResponderExcluirQue chique hein! Shamisen...
ExcluirEu ouço 95% anisong.
Legal todos estes experimentos, Kodi! Pelo menos vc foi testando várias coisas, aprendendo um pouco aqui, um pouco ali, tendo uma familiaridade com vários instrumentos.
ResponderExcluirAdoro música, você sabe. Ela faz parte das minha vida desde cedo e a família da minha mãe tem um lado bem musical. Meu avô tocava acordeon nos bailes e minha mãe cantava muito bem.
Eu aprendi tocar piano e ler partitura aos 7 anos. Embora tenha estudado por 2 anos apenas, isso ajudou bastante, pois nunca mais esqueci como se lê partitura. Fiz o curso de violão popular aos 10. Depois estudei teclado, cursos de harmonização, curso de violão clássico (2 anos, creio eu) e outros cursos aqui e ali, nada muito dedicado até entrar na faculdade. E aí, acabei deixando a música pra escanteio, pois não conseguia tempo pra estudar. Aliás, minha dificuldade com a música, depois de adulta, foi sempre essa: como arranjar tempo pra se dedicar? Um instrumento, pra ser bem tocado, precisa de uma dedicação diária mínima (mínima mesma) de umas 2 horas - principalmente se for piano ou violão clássico. Parece pouco, mas no dia-a-dia de alguém que trabalha o dia todo fora e depois ainda tem filhos... No way...
Mas eu, como vc, ainda não desisti: acho que ainda chegará o dia em que terei tempo pra me dedicar novamente. :-)
Ah, você entende muito de música. Eu tenho até vergonha de mostrar algo a respeito com o pouco que sei.
ExcluirSinto muita falta de um estudo formal enquanto eu tinha tempo para isso. Agora estou pensando em usar os artifícios tecnológicos para driblar parte de todo esse tempo necessário para trabalhar com música. Vou investir em controladores midi e softwares, provavelmente. Vai ficar para uma aventura futura.
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