quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Concerto na FNAC



Foi na loja lá pelas bandas do bairro de Pinheiros, local de más lembranças. Bati na porta do recinto para reencontrar amigos e entre Roombas e materiais fotográficos rolou um concerto da cantora Bluebell. Não manjo de MPB então eu a classificaria como algo entre Marisa Monte e Maria Rita. Voz bonita, guitarra e sax somem nas ondas sonoras. Som classudo, mas que passa limpo pelo meu cérebro por ser muito igual a tudo. Meus ouvidos precisam de estímulo mais exótico. De qualquer modo eu reconheço que é boa música.




P.S.: A comida na lanchonete deles é cara.

17 comentários:

  1. Não conheço ela, mas é gatinha. hehe

    Também não manjo de MPB, não sou fã, mas até curto.

    Aliás, FNAC lá, tudo é caro...

    ResponderExcluir
  2. Pela vestimenta pareciam ser rockeirooos...rs

    ResponderExcluir
  3. Hahaha.... Não é só pro seu ouvido não, Kodi! É que esta música brasileira é pobre em variações mesmo. Eu também acho tudo muito igual. Aliás, Adriano também reclama disso. Minhas últimas tentativas de ouvir mpb foram assim: ao ouvir um novo cd, parecia que era a mesma música do começo ao fim, com pequenas variações entre si. Falta criatividade pra este povo...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Eu imagino que eles têm medo de ousar e ficar sem público. Bastante gente por aí gosta de coisas repetitivas, infelizmente.
      Na minha mania de fazer por conta própria quando não encontro do meu jeito, vou acabar virando compositor. Isso só não aconteceu porque tenho me alimentado de música japonesa.

      Excluir
  4. Eu acho que não é só MPB não, isso acontece com vários gêneros musicais... XD Parece que estamos num período musicalmente estagnado... Ou é só impressão... XD

    Eu tenho varrido a internet pra achar músicas pra usar em videos e já vi que a jornada vai ser longa...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sim. Até J-Pop já está manjada. Muito repetitiva. Creio que a falta de originalidade atulmente peca em todas as a´reas e em todo o mundo (vide também os filmes de hoje em dia).

      Excluir
    2. Ah, aqui no Brasil é estagnação musical total! Estou ignorando as músicas undergrounds que a gente escuta tocando alto no carro de certos cidadãos, tá.

      Eu tenho um banco de mp3 razoável e mesmo assim acho difícil encaixar a trilha com o que quero. Tem que ser uma mp3teca monstruosa.

      Excluir
    3. Jpop segue aquela linha de agradar os que não curtem novidade.
      Anisong sim, é para quem curte variações maiores.

      Excluir
  5. Pra mim a música brasileira atual ou dá sono ou dá ânsia de vomitar!
    É impressionante como regredimos nesse quesito. Por que é que na década de 80 e 90 tinha coisa melhor? É porque o gosto do brasileiro piorou, ou é um apagão musical?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A que dá vontade de vomitar deve ser aquela que toca alto no carro de certos cidadãos...

      Eu apostaria na falta de compositores competentes. Suspeito também que aqui as pessoas se preocupam em trabalhar com algo que dê garantia de sobrevivência. Compositor e cantor devem estar naquela classe que inclui escritores, desenhistas e por aí vai...

      Excluir
    2. Concordo plenamente com vc. Depois que o Sullivan e o Massadas sumiram, a única coisa que os cantores conseguiram fazer de diferente é acústico, rsrsrsrs. Por que não fazem um programa tipo Ídolos para compositores?

      Excluir
    3. Não ia ter inscrições suficientes, hahaha.

      Excluir
  6. Pô, gente, mas vocês estão muito críticos e exigentes nos seus gostos musicais! Aqui em casa estamos ouvindo música de excelente qualidade, super moderna, atualíssima e as crianças estão adorando: ABBA!!!!! Kkkkkkkkkkk!

    ResponderExcluir
  7. Pipocou no meu facebook:

    http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,new-york-times-diz-que-roberto-carlos-so-faz-copias-inferiores,1140075,0.htm

    “Para alguém que cresceu com essas gravações, elas provavelmente encontram ressonância emocional. Para alguém que não tenha, elas devem soar, como soam para mim, como cópias inferiores ou derivadas”, disse o entrevistado.

    ResponderExcluir