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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Catavento Cultural - Internas

Continuando o passeio...
O lugar é grande e subdividido em temas. Esse corredor tratava do interior dos planetas.
Sim, ocorre fusão nuclear dentro da Terra - diria o TUN.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Festival do Japão - Parte 2

Vamos falar sobre a parte especial de qualquer festa: a comiiidaaa!
Vocês estão vendo o melhor okonomiyaki que já comemos até hoje. O molho era industrializado e picante, mas não estragou a bela proporção da massa com repolho, camarão seco, ovo e fatias generosas de bacon. Fiquei com vontade de tentar reproduzir em casa, certo de que sairá menos do que os 12 reais por unidade que estavam cobrando.


Aêee! Finalmente pudemos provar um Yakitori. Depois das conversas com "alguém", foi uma das primeiras coisas que saí caçando nas barracas. O gostinho defumado que a brasa dá a esse espetinho de frango agridoce realmente é imprescindível. Eu comeria muitos desse se não custasse R$4,00!


Este não podia faltar. Apesar de ser a iguaria japa preferida da Chise, o preço de 8 reais deixava as bolinhas do famoso takoyaki com aparência minúscula, mas o gosto era grandioso. Das 3 versões que podemos encontrar na Liba, eu colocaria esse na frente de duas delas.


Essa batata frita não tinha nada de sensacional, fora os $4 paus e a forma espiralada, mas é aquela coisa de querer experimentar algo que existe no Nihon. Vinha nos sabores queijo e tradicional.


Teishoku de um peixe que esqueci o nome (anchova?) xP~, acompanhado de conservas, arroz ultra pastoso, batatas agridoces, nabo ralado, um morando e um itigo daifuku do lado direito da bandeja. Tudo isso pela "bagatela" de R$18,00.
Ah, sim, cada lata de refri estava em 3 reais, o que pra São Paulo é normal.
Com isso, e com a carteira vazia, fechamos as refeições do dia.

A Chise percebeu que as barracas pareciam estar classificadas por provícias do Japão. Algumas tinham filas quilométricas, o que nos deu tempo para perceber como era boa a seleção das músicas do ambiente, compostas basicamente de jpop.

A quantidade de barracas era enorme e provavelmente daria pra comer lá por uma semana sem repetir os pratos.
Reparem que tinha lixeira pra todo lado. Muito bom.

Era uma surpresa sempre encontrar lugar pra sentar nas mesas. Na lateral desses dois corredores estão as comidas e na cobertura central ficam as mesas. Atrás de mim também tinha mais acepipes.

Avaliação final:
A Chise sentiu falta de lojinhas com coisas mais interessantes, mas de modo geral gostou do evento. Nota: 8,5.
Nós curtimos todas as comidas que provamos e olha que somos exigentes.
Espaço amplo, sem aquele aperto.
Eu apreciei muito o festival e o recomendo pra qualquer um. Não encontrei nenhum contra e gostaria de voltar lá no ano que vem com, quem sabe, mais dinheiro pra gastar, hahaha. Nota: 9,0.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Festival do Japão - Parte 1

Para a reabertura do blog, um mega post sobre esse grande evento daqui de São Paulo, com fotos tiradas pela minha câmera novinha, presente da Chise. O festival aconteceu entre 15 e 17 de julho, no Centro de Exposições Imigrantes. Pagando o ingresso de R$10,00 fomos para lá pegando um ônibus gratuito que saía da estação de metrô Jabaquara. A espera foi pequena e todos conseguiram ir sentadinhos. Eles deixaram a gente perto dessa entrada da foto acima.

Panorâmica do acesso ao pavilhão. Tudo bem sinalizado, mas mesmo assim custamos a achar a área mais importante, ou seja, a da comida.

No Lolita Petit Salon, uma banda tocava para mesas cheias de lolitas. Tem um otaku clássico no lado esquerdo. xD~

Roupas de lolita em exposição.

Os games estavam lá, com estandes do Nintendo 3DS, XBOX 360 e produtoras de RPG's online (MMORPG).

Esses 3 nem conseguiam sair do lugar porque todos queriam uma foto junto.

Dos fabricantes de automóveis só vi a Toyota e a Honda. Se os carros não estivesse todos nesse estado eu teria pedido pra Chise posar na frente de um deles.

Curso de culinária com molho de soja. O povo estava provando a receita, mas a cara deles não era muito boa. Eu encararia se tivesse mais tempo pra ficar lá.

O velho truque das frutas esculpidas. No meu tempo só cortavam a melancia em zigue-zague e todo mundo achava lindo.

Parece que mangaka, aqui no Brasil, só consegue ganhar um trocado fazendo caricatura. Comparando com o nível do Japão, ainda tá muito fraco.

Tinha bastante curso aberto pros visitantes promovendo as associações, como esse de pipas japonesas.

Tatame pra quem estivesse cansado. Todo mundo, educadamente, com o pé de fora.

Uma das áreas de cosplay. Pra minha surpresa tinha pouca gente caracterizada. Uma pena, mas pra isso tem o Anime Friends, que não pude ir neste ano. Alguém me convida pro próximo, por favor.

Obento fake. xD~

Tinha bastante barraquinha vendendo pirataria do tipo DVD de dorama, mp3, jogos e cacarecos eletrônicos.
Os principais temas da feira giravam em torno de massagem, produtos de beleza, saúde, roupas, bijuterias, video-game, carros, comida e câmeras digitais.

O estande da Daiso tinha os produtos mais legais da feira, pena que não era nada pra venda. Eles queria é parceiros comerciais e até deu vontade de montar uma loja dessas, viu.

Oba-san de origami, fazendo propaganda do curso. Além desse ainda encontramos os de kirigami, shodo, sumie, mangá e culinária, entre outros.

Na próxima parte falarei das comidas, dos preços e da avaliação final. Não percam!