quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A Última Fronteira

Foto: Galáxia Centaurus A - clique para ampliar. Cada pontinho luminoso é uma estrela.

Quando eu era criança queria saber se o universo tinha fim, se existiam os temíveis buracos negros. Na época, a mídia dizia que poderia ter um pertinho da Terra e a gente nem ficaria sabendo porque eles eram invisíveis. Dava muito medo de ser engolido por um. De lá pra cá a coisa saiu da pauta e virou um lembretinho no canto da vida.

Foto: O mais longe que o Hubble pôde chegar resultou numa foto de 78 bilhões de anos-luz de distância. Ele levou mais de 10 dias captando essa pequena região do céu. Os vários pontos de luz são galáxias.

O telescópio Hubble apresentou imagens grandiosas e deu uma forcinha para o que é muito difícil de imaginar através de números astronômicos. Assim fica mais fácil perceber como somos uma titica de nada no universo, como está na moda apresentarem pra gente.

O mais fascinante é que são imagens de verdade e não aquela velha computação gráfica retratando o cosmos. É claro que algumas mixam captações de ondas além do espectro visível, mas eu considero isso bom pra ampliar mais ainda nossa visão, que pra começo de conversa nem alcançaria tão longe.

Por um lado eu me sinto diminuído, mas por outro tira o peso das coisas e dá a impressão da nossa vida ser mais simples em relação a essa grandiosidade. É uma espécie de autoajuda nerd.

Foto: Disco de poeira ao redor de buraco negro na galáxia NGC 7052.

4 comentários:

  1. Fotos legais essas.

    Disco voador eu até acredito, agora acreditar em certas fotos que divulgam aí é outra história.

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  2. Eu também acredito em discos voadores e que tem gente nos vigiando. Eu faria o mesmo se fosse eles.

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  3. Adorei. Tmb sou facinada pelo Universo. Viu que descobriram um planeta de diamante?

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  4. Ah, eu li sim! Queria ver uma foto da superfície dessa preciosidade.

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