quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Toyo Matsuri
Estou com uma tremenda falta de inspiração para escrever. Vou ficar só nas fotos desta vez.
segunda-feira, 21 de julho de 2014
Comidas\ apresentações - Festival do Japão
domingo, 13 de julho de 2014
Festival do Japão 2014 - Parte 1
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Pateo do Collegio
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
A Última Fronteira



quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Comportamento e Economia
Acabei de achar mais uma que fala dos nossos problemas de moral. Quem quiser ver pode clicar [aqui].
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Vamos falar de fanatismo
Oi, pessoal. Chise vos fala desta vez.Ó deus, parece que toda vez que eu apareço por aqui é para falar (looooooongamente, perdoem-me) dos assuntos “seriões”, que causam polêmica/discordância. Totalmente fora do lugar em relação aos posts leves e gostosos de ler do Kodi.
O exemplo mais expressivo que posso dar do que quero tratar é a unidade de uma certa rede de supermercados 24h aqui perto de casa: não interrompe sua atividade em nenhuma situação, nem no natal ou Ano Novo*, mas fecha suas portinhas durante os jogos do B.r.a.s.i.l na c.o.p.a. Até aí, alguém pode discutir que f.u.t.e.b.o.l é o esporte nacional, e que todo mundo iria parar de qualquer forma, ou seja, não faria sentido manter as atividades durante os jogos. Como a “liberdade” é sempre clamada para fazer valer a vontade pessoal (no sentido “eu faço o que eu quiser e o problema é meu”, quando na verdade sabemos que as conseqüências não são tão individuais assim), pode-se também argumentar que se trata de uma rede particular, e portanto sujeita à conveniência de seus membros.
Contudo, porém, todavia, entretanto, não pára por aí: não apenas os serviços públicos são interrompidos / escasseados / dificultados nas proximidades do horário do jogo, mas em alguns casos, nem sequer são retomados – mesmo após horas do término. Estou pensando, neste caso, na minha universidade, que adora se alardear a elite intelectual do país, mas tenho certeza de que não faltam exemplos em todas as áreas. No caso de São Paulo, há um desafio logístico a mais (mesmo para quem quisesse continuar sua rotina normalmente). Só nós sabemos como é difícil chegar de um ponto a outro da cidade sem ônibus (suficientes) e/ou com um trânsito infernal antes e depois do jogo.
Sem contar com as malditas v.u.v.u.z.e.l.a.s: o Kodi é testemunha das buzinadas por aqui, mesmo fora de dia de jogo, em todos os horários (sim, 2h, 3h da manhã). Particularmente, não acho que durante o dia as pessoas deveriam ter licença para incomodar os outros, mas de madrugada quem faz isso tem plena consciência de que está atrapalhando o único horário de descanso de muitos. Digam o que quiser sobre o direito às manifestações de alegria e paixão; na minha opinião, sentimentos não dão o direito de prejudicar intencionalmente quem quer que seja.
O que realmente me incomoda (e me faz sentir pessoalmente desrespeitada) é essa c.o.p.a-carnaval, c.o.p.a-férias, c.o.p.a-pretexto-para-tudo. Mesmo que se assumisse o f.u.t.e.b.o.l como uma força igualmente mobilizadora para a maioria das pessoas no país, não acho justo que todos sejam submetidos à desigualdade de respeito aos seus interesses. Então vamos parar pelo vôlei. Ou pela música. Vamos apoiar feriados setoriais. Vamos incluir uma lei nacional que institua o direito dos pais a participar das apresentações e reuniões da escola dos filhos.
Se o B.r.a.s.i.l colocasse um décimo da energia que despeja no f.u.t.e.b.o.l em coisas socialmente úteis, na melhoria das relações entre as pessoas e das condições de vida/trabalho (inclusive o lado positivo do esporte), seria um outro país. Eu acho.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Essa estória de Galvão
E olha como uma pessoa bem acessorada sai dessa:
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Já ouviu falar de Balut?
[Fonte]


