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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Toyo Matsuri

Foi no findi passado.
Estou com uma tremenda falta de inspiração para escrever. Vou ficar só nas fotos desta vez.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Comidas\ apresentações - Festival do Japão

Atendendo pedidos, este vídeo ficou com maiores aparições das estrelas e com mais comentários fúteis da minha parte.
Nossa, é suado editar um vídeo assim. Minha demora não é só preguiça viu gente. É um trabalho dos grandes.
Fiz o possível para ele não ficar monótono.
Continuo achando que preciso de uma câmera melhor para filmar.

domingo, 13 de julho de 2014

Festival do Japão 2014 - Parte 1



A Canon T3i não foi feita para filmagens. Com o foco e em situações de movimento ela apanha feio. Na real, preciso de uma filmadora.
Eu queria comentar algumas cenas da cobertura, mas como não ficou bom mixar minha voz no clipe acabei deixando assim.
Ano que vem, se o ingresso não subir para R$100,00, eu pretendo fazer alguns desses workshops. O de mangá não sei, porque o traço desse povo me desagrada bastante, mas isso é assunto para um post inteiro. O sumi-e e o e-tegami é certo que eu gostaria de tentar.

Eu demorei para soltar o vídeo porque no meio do processo de edição vou testando novas coisas. Desta vez foi o tracking e interação com o photoshops. Tenho que aproveitar para aprender mais, né. Quanto mais eu souber, melhor vão ficar os clipes - ou não...
A segunda parte vai ter comida e apresentações!

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Exposição: Sebastião Salgado

Cortesia das fotos: Bruno Z. 
Foi no SESC Belenzinho. Um lugar bonito e fotogênico.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Pateo do Collegio

É um daqueles locais históricos de quase meio milênio atrás. Fica logo na Praça da Sé. Não tem placa proibindo fotografar então eu entrei.
Não vou colocar dados, datas e blá porque momentaneamente estou achando tedioso. Então vamos de fotos.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A Última Fronteira

Foto: Galáxia Centaurus A - clique para ampliar. Cada pontinho luminoso é uma estrela.

Quando eu era criança queria saber se o universo tinha fim, se existiam os temíveis buracos negros. Na época, a mídia dizia que poderia ter um pertinho da Terra e a gente nem ficaria sabendo porque eles eram invisíveis. Dava muito medo de ser engolido por um. De lá pra cá a coisa saiu da pauta e virou um lembretinho no canto da vida.

Foto: O mais longe que o Hubble pôde chegar resultou numa foto de 78 bilhões de anos-luz de distância. Ele levou mais de 10 dias captando essa pequena região do céu. Os vários pontos de luz são galáxias.

O telescópio Hubble apresentou imagens grandiosas e deu uma forcinha para o que é muito difícil de imaginar através de números astronômicos. Assim fica mais fácil perceber como somos uma titica de nada no universo, como está na moda apresentarem pra gente.

O mais fascinante é que são imagens de verdade e não aquela velha computação gráfica retratando o cosmos. É claro que algumas mixam captações de ondas além do espectro visível, mas eu considero isso bom pra ampliar mais ainda nossa visão, que pra começo de conversa nem alcançaria tão longe.

Por um lado eu me sinto diminuído, mas por outro tira o peso das coisas e dá a impressão da nossa vida ser mais simples em relação a essa grandiosidade. É uma espécie de autoajuda nerd.

Foto: Disco de poeira ao redor de buraco negro na galáxia NGC 7052.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Comportamento e Economia

São duas palestras curtinhas que vale investir o seu tempo. Elas tratam de certos "bugs" mentais que todas as pessoas têm... Ah, melhor assistir para entender.

Para ativar a legenda clique em “View Subtitles” (em vermelho no player) e selecione a língua desejada.



Acabei de achar mais uma que fala dos nossos problemas de moral. Quem quiser ver pode clicar [aqui].

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Vamos falar de fanatismo

Oi, pessoal. Chise vos fala desta vez.

Ó deus, parece que toda vez que eu apareço por aqui é para falar (looooooongamente, perdoem-me) dos assuntos “seriões”, que causam polêmica/discordância. Totalmente fora do lugar em relação aos posts leves e gostosos de ler do Kodi.

O exemplo mais expressivo que posso dar do que quero tratar é a unidade de uma certa rede de supermercados 24h aqui perto de casa: não interrompe sua atividade em nenhuma situação, nem no natal ou Ano Novo*, mas fecha suas portinhas durante os jogos do B.r.a.s.i.l na c.o.p.a. Até aí, alguém pode discutir que f.u.t.e.b.o.l é o esporte nacional, e que todo mundo iria parar de qualquer forma, ou seja, não faria sentido manter as atividades durante os jogos. Como a “liberdade” é sempre clamada para fazer valer a vontade pessoal (no sentido “eu faço o que eu quiser e o problema é meu”, quando na verdade sabemos que as conseqüências não são tão individuais assim), pode-se também argumentar que se trata de uma rede particular, e portanto sujeita à conveniência de seus membros.

Contudo, porém, todavia, entretanto, não pára por aí: não apenas os serviços públicos são interrompidos / escasseados / dificultados nas proximidades do horário do jogo, mas em alguns casos, nem sequer são retomados – mesmo após horas do término. Estou pensando, neste caso, na minha universidade, que adora se alardear a elite intelectual do país, mas tenho certeza de que não faltam exemplos em todas as áreas. No caso de São Paulo, há um desafio logístico a mais (mesmo para quem quisesse continuar sua rotina normalmente). Só nós sabemos como é difícil chegar de um ponto a outro da cidade sem ônibus (suficientes) e/ou com um trânsito infernal antes e depois do jogo.

Sem contar com as malditas v.u.v.u.z.e.l.a.s: o Kodi é testemunha das buzinadas por aqui, mesmo fora de dia de jogo, em todos os horários (sim, 2h, 3h da manhã). Particularmente, não acho que durante o dia as pessoas deveriam ter licença para incomodar os outros, mas de madrugada quem faz isso tem plena consciência de que está atrapalhando o único horário de descanso de muitos. Digam o que quiser sobre o direito às manifestações de alegria e paixão; na minha opinião, sentimentos não dão o direito de prejudicar intencionalmente quem quer que seja.

O que realmente me incomoda (e me faz sentir pessoalmente desrespeitada) é essa c.o.p.a-carnaval, c.o.p.a-férias, c.o.p.a-pretexto-para-tudo. Mesmo que se assumisse o f.u.t.e.b.o.l como uma força igualmente mobilizadora para a maioria das pessoas no país, não acho justo que todos sejam submetidos à desigualdade de respeito aos seus interesses. Então vamos parar pelo vôlei. Ou pela música. Vamos apoiar feriados setoriais. Vamos incluir uma lei nacional que institua o direito dos pais a participar das apresentações e reuniões da escola dos filhos.

Se o B.r.a.s.i.l colocasse um décimo da energia que despeja no f.u.t.e.b.o.l em coisas socialmente úteis, na melhoria das relações entre as pessoas e das condições de vida/trabalho (inclusive o lado positivo do esporte), seria um outro país. Eu acho.

* Veja bem: não estou dizendo que o natal seria um motivo mais justo para parar tudo. O que quis expressar, com isso, é somente que nem mesmo uma das convenções sociais mais aderidas do país é mais respeitada do que o fanatismo a que me refiro.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Essa estória de Galvão

Eu sei que a coisa está saturada de tanto falarem sobre isto, mas ainda ri quando vi este vídeo:


E olha como uma pessoa bem acessorada sai dessa:

Se você é como eu, que não usa twitter e está boiando, é o seguinte: a frase "Cala a boca Galvão", de tanto digitada no Brasil, conseguiu liderar o Trending Topics mundial no twitter. O povo de fora ficou curioso pra saber o que significava e aí começou essa campanha.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Já ouviu falar de Balut?

A Chise disse que passou no fantástico faz tempo, mas eu nunca tinha visto. É bem diferente, então não assista se for comer daqui a pouco.
O tal do Balut é uma comida de rua das Filipinas que o tio do vídeo comparou com cachorro-quente. E eles comem tão gostoso...
Um contraste cultural interessante. E não sei se o conteúdo da nossa salsicha impressiona menos.


[Fonte]