sábado, 30 de novembro de 2013

Lendo mangás - K-On!

Eu tinha me esquecido de como essa atividade é prazerosa. Ter um momento de paz para encostar na cama e ler algo divertido é algo que eu não fazia há quase 10 anos. Não é como ler um livro. Ver um mangá é mais leve. Talvez tenha um resquício de nostalgia dos gibis da infância, mas pegar no papel, no pertence pago, me dá mais retorno emocional do que pelo meio digital. Eu sei que isso passa uma imagem de conservadorismo, mas vocês sabem que essa não costuma ser a minha praia.


Pois é, cansei de só economizar. Desisto temporariamente - espero -  de tentar atingir o nirvana e vou comprar a felicidade.

Esse mangá cuja capa abre o post chama-se K-On. Ele é sobre meninas que criam um clube de música na escola e montam uma banda. Pronto, contei cerca de 50 episódios dele, no formato animê, em apenas 2 linhas. On-K, a graça dele não está no roteiro. O mais interessante para mim é o estilo conhecido por yonkoma (4 quadrinhos). Você lê por colunas de 4 quadrinhos e cada conjunto desses poderia ser compreendido isoladamente, como as tirinhas de jornal.

Melhor mostrar do que falar, né. Segue uma página do meu K-On!
   Paguei R$14,90 pelo volume 1, de umas 120 páginas, com essas aventuras aí.

Eu pretendia falar sobre mais alguns mangás neste post, mas ia ficar extenso desse jeito. Vou parcelar já que sinto que isso vai ficar frequente.

5 comentários:

  1. Mangás têm sido uma febre mundial, e no Brasil, não é diferente.
    Eu gostava de ler os mangás de Love Hina, estória comediana meio light também. Enredos com violência já não me inspiram tanto quanto antigamente, sei lá.

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    1. Nhum... e o que você acha desse mangá de K-On que eu postei?

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    2. Me parece omoshiroi, mas quero ver o animê antes.

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  2. Parece ser bem divertido...os únicos gibis q eu lia era da Mônica e do Walt Disney pq gostava mto, as histórias eram mais complexas como as da Maga Patalógica e do Tio Patinhas. Admito q li alguns exemplares da Marvel tbm pq adoro histórias de super heróis...mas como não tinha fim acabei desistindo...(a história do "to be continued")...

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    1. Eu lia o mesmo que você, mas também era só o que tinha. Minto, meu Bro encontrava mangás underground lançados em português mesmo nos tempos ermos.
      Dá vontade de doutriná-la no animismo. Um pensamento do tipo: tem tanta coisa boa que você desconhece, tehhehe.

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